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Cartas rede social
Topologias de rede
Carta Rede Social 168 (17/07/08)

[Tempo estimado de leitura: 20 minutos]

A distribuição (I) cresce com o número de conexões (C). E descresce com o crescimento de nodos desconectados e de conexões eliminadas, porém em razões distintas. Eliminar um nodo pode, em alguns casos, desconectar apenas mais um nodo e, simultaneamente, muitas conexões. O número de conexões eliminadas com a eliminação de um nodo é – na razão direta do número de nodos da rede (N) – muito maior do que o número de nodos desconectados. As duas variáveis – D e E – comportam-se, assim, de modo diferente para efeitos de distribuição.
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A democracia é uma obra de arte
Carta Rede Social 167 (03/07/08)

[Tempo estimado de leitura: 25 minutos]

El vivir democrático es una obra de arte, no tiene que ver con eficiencia, no tiene que ver con la perfección, tiene que ver con el deseo de una convivencia en la fraternidad. Hay toda clase de argumentos que se usan para negar la convivencia democrática pero si no comprendemos que tiene que ver con los deseos y que vamos a vivir en democracia en tanto queramos vivir en democracia, sino es así, nunca vamos a vivir en democracia.
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Ruth Cardoso
Carta Rede Social Especial (26/06/08)

[Tempo estimado de leitura: 4 minutos]

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Ruth cumpriu bem seu tempo nesta terra, com elegância e, mais do que isso, com sublimidade. Sofreu, sim, nos últimos anos, ao assistir ao derruimento sistemático das bases de um novo padrão de relação entre Estado e sociedade que tanto se esforçou por construir. Passou-se a tempo de não sofrer mais. Foi poupada do que ainda virá.
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Escola-de-Redes
Carta Rede Social 166 (19/06/08)

[Tempo estimado de leitura: 5 minutos]

A Escola-de-Redes é um misto de escola mesmo (ambiente favorável à realização de processos educativos) e think tank, ambos organizados em rede. É uma coligação de pessoas e grupos que integram comunidades de projeto e de prática, de aprendizagem e de pesquisa.
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Pós-Conferência Aberta "Redes Sociais e Sustentabilidade"
Carta Rede Social 165 (05/06/08)

[Tempo estimado de leitura: 7 minutos]

Para participar da pós-Conferência Redes Sociais e Sustentabilidade, não é necessário fazer qualquer inscrição e sim, apenas, estar lá, no CIETEP, na Avenida Comendador Franco 1341, Curitiba (fone 41 3271-7500), às 19 horas do dia 20 de junho de 2008.
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Um experimento na blogosfera política
Carta Rede Social 164 (22/05/08)

[Tempo estimado de leitura: 24 minutos]

Blogs dinâmicos (atualizados com alta freqüência), independentes, coletivos, abertos, baseados em participação voluntária de pessoas comuns (com pouco grau de visibilidade) podem funcionar regularmente - como novos ambientes para o exercício da liberdade de opinião política - agregando sempre mais bloggers e mais leitores? E podem contribuir para aumentar o tamanho e a tecitura da blogosfera política?
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Um apaixonante debate sobre as redes sociais distribuídas
Carta Rede Social 163 (08/05/08)

[Tempo estimado de leitura: 20 minutos]

A rede não existe para fazer qualquer mudança. Quando a rede existe, ela já é a mudança naquele mundo (estamos em um multiverso, não em um universo). Cada mundo distribuído é um mundo que tem validade em si (é uma experiência coletiva de vida, é a afirmação de uma nova identidade no mundo, é uma segunda criação), naquilo que diz respeito ao seu âmbito...
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Escrevendo o livro "A Rede"
Carta Rede Social 162 (24/04/08)

[Tempo estimado de leitura: 14 minutos]

Por que não destinar um livro ao domínio público? E por que não elaborar um livro em público, quer dizer, expondo claramente, aos leitores eventualmente interessados, o próprio processo de elaboração, não apenas os rascunhos dos capítulos já escritos, mas, inclusive, as notas e esboços de novas partes do livro que ainda serão desenvolvidas?
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Cidades Educadoras
Carta Rede Social 161 (10/04/08)

[Tempo estimado de leitura: 12 minutos]

Quem educa em uma Cidade Educadora? Os programas e as estruturas educativas ou o processo democrático? E quem educa a Cidade Educadora?
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Sustentabilidade empresarial
Carta Rede Social 160 (27/03/08)

[Tempo estimado de leitura: 25 minutos]

Os departamentos de responsabilidade social das empresas continuam tentando juntar ações setoriais que não têm muita relação entre si, como se combinando 800 miligramas de operação econômica, com 150 miligramas de preocupação ambiental e 50 miligramas de ação social, pudéssemos desencadear algum tipo de reação química capaz de catalisar um processo sustentável. Infelizmente, fórmulas como essa não poderão produzir 1 grama de sustentabilidade.
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Desobstruir caminhos, estabelecer atalhos entre clusters, incluir nodos
Carta Rede Social 159 (13/03/08)

[Tempo estimado de leitura: 10 minutos]

A partir de certo número de conexões em relação ao número de nodos, começam a ocorrer na rede fenômenos surpreendentes, que não dependem, ao contrário do que se acredita, do conteúdo das mensagens que trafegam por essas conexões. Quanto mais distribuída ou menos centralizada ou descentralizada (i. e., multicentralizada) for a topologia da rede, maiores são as chances de tais fenômenos ocorrerem. Esses fenômenos – como o clustering e o swarming, a redução do tamanho (social) do mundo, a autoregulação sistêmica, a produção de ordem emergente (bottom up) e/ou a desconstituição de ordem (top down) pré-existente (remanescente) – não podem ser adequadamente captados e explicados pelas categorias e hipóteses (que compõem as teorias) tradicionais das ciências sociais.
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O sucesso da Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades
Carta Rede Social 158 (28/02/08)

[Tempo estimado de leitura: 6 minutos]

O sucesso da CMDC mostrou que há um campo aberto para o pensamento e o experimentalismo inovador e um enorme contingente de pessoas, no Brasil e em outros países, que não estão mais dispostas a aceitar alfândegas ideológicas ou tribunais epistemológicos. Todos os assuntos podem e devem ser discutidos, sem o medo da patrulha ou do fiscal que vai verificar se, porventura, não está passando pela fronteira da opinião correta (a orto-doxa) algum “contrabando”, ou da burocracia sacerdotal do conhecimento que vai atestar o que é ou não é válido do ponto de vista científico ou filosófico.
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O livro da Governança Solidária Local
Carta Rede Social 157 (14/02/08)

[Tempo estimado de leitura: 6 minutos]

Foi aberta ontem de manhã a Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades, em Porto Alegre. Esperávamos alguma coisa como 2 a 3 mil pessoas, no máximo 4 mil. Cheguei a duvidar desses números, temendo que poderíamos ter plenários esvaziados. Ontem a noite, porém, o número dos inscritos já passava dos 6.900 (e as inscrições são pagas).
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O que são realmente as redes sociais e como articulá-las
Carta Rede Social 156 (31/01/08)

[Tempo estimado de leitura: 19 minutos]

Muita desilusão prematura com as redes nasce de uma incompreensão profunda do que elas significam realmente. Quem quer usar as redes porque está na moda, ou porque imagina que, assim, conseguirá ampliar seu poder, em geral na se dá muito bem. Até mesmo quem quer usar as redes para promover transformações em nome de uma causa, muitas vezes fica decepcionado. Por que? Porque a rede não é um instrumento para fazer a mudança. Ela já é a mudança.
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O livro de John Dewey
Carta Rede Social 155 (17/01/08)

[Tempo estimado de leitura: 17 minutos]

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Para Dewey, a democracia (como idéia, na sua acepção “forte”) é local, no sentido de que a democracia é um projeto comunitário; ou, como ele próprio escreveu, em “O público e seus problemas” (1927), “a democracia há de começar em casa, e sua casa é a comunidade vicinal”.
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O livro de David de Ugarte
Carta Rede Social 154 (03/01/08)

[Tempo estimado de leitura: 13 minutos]

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"Sob a emergência das redes distribuídas, desenha-se uma perspectiva social e política: um mundo de fronteiras difusas sem mediadores profissionalizados e “necessários”, sem elites filtradoras “insubstituíveis”. A blogosfera avança características que serão as das novas formas de organização política pluriárquica”.
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Programação da Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades
Carta Rede Social 153 (20/12/07)

[Tempo estimado de leitura: 25 minutos]

O evento já conta com mais de 400 palestrantes confirmados, gente de todos os continentes do mundo. As inscrições para participar do evento também já estão abertas. Basta clicar em: www.cmdc2008.com.br
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A nova "guerra fria"
Carta Rede Social 152 (06/12/07)

[Tempo estimado de leitura: 10 minutos]

A onda autocratizante que varre o mundo nesta primeira década do século 21 representa um recrudescimento do estatismo. Esse fenômeno vem se refletindo inclusive no interior de alguns regimes democráticos consolidados.
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Quatro lições do desenvolvimento local
Carta Rede Social 151 (22/11/07)

[Tempo estimado de leitura: 8 minutos]

Quem quer articular e animar redes sociais deve resistir às quatro tentações seguintes: de fazer redes de instituições (em vez de redes de pessoas), de ficar fazendo reunião para discutir e decidir o que os outros devem fazer (em vez de, simplesmente, fazer), de tratar os outros como “massa” a ser mobilizada (em vez de amigos pessoais a serem conquistados) e, por último, de querer monopolizar a liderança (em vez de estimular o fenômeno da emergência da multiliderança).
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Ainda sobre as relações entre democracia e desenvolvimento
Carta Rede Social 150 (08/11/07)

[Tempo estimado de leitura: 11 minutos]

Não se pode deixar de notar que os países em que a democracia representativa, considerada liberal ou burguesa, é desvalorizada em nome de uma outra democracia, supostamente mais participativa, mais direta ou mais deliberativa, mais inclusiva ou mais sintonizada com os interesses do povo, jamais conseguiram atingir bons índices de desenvolvimento humano, de desenvolvimento econômico e de desenvolvimento tecnológico.
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Meu novo livro
Carta Rede Social 149 (25/10/07)

[Tempo estimado de leitura: 11 minutos]

Está saindo do prelo, nos próximos dias, meu novo livro, chamado “Alfabetização Democrática: o que podemos pensar (e ler) para mudar nossa condição de analfabetos democráticos”.
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Quarenta questões provocativas
Carta Rede Social 148 (11/10/07)

[Tempo estimado de leitura: 16 minutos]
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Você também pode ser um Palestrante. Submeta sua proposta de Comunicação ao Comitê Organizador da Conferência. Para tanto, basta que você proponha uma forma inédita de abordagem de uma das 40 questões provocativas. Veja como fazer isso entrando na seção Call for Papers do site www.cmdc2008.com.br
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Sobre as relações entre desenvolvimento humano e democracia
Carta Rede Social 147 (27/09/07)

[Tempo estimado de leitura: 12 minutos]

Cabe notar que praticamente todos os países que “deram certo” em termos de desenvolvimento humano têm regimes democráticos.
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Dar nova vida à sociedade civil
Carta Rede Social 146 (13/09/07)

[Tempo estimado de leitura: 11 minutos]

A renovação terá de vir do novo cidadão – conectado a múltiplas redes de participação cidadã – que pode agora emergir neste século 21 e não do velho cidadão arrebanhado pelas caciquias tradicionais.
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O mito das elites malvadas e conservadoras
Carta Rede Social 145 (30/08/07)

[Tempo estimado de leitura: 14 minutos]

As opiniões privadas da imensa maioria da nossa população – aquelas opiniões que são aferidas por pesquisas de opinião ou pelas urnas – não indicam nenhum grau significativo de conversão à democracia.
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Sobre a chamada opinião pública
Carta Rede Social 144 (16/08/07)

[Tempo estimado de leitura: 10 minutos]

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Pode ocorrer que a maioria das opiniões privadas esteja em contradição com a opinião pública, mesmo quando as vertentes originalmente formadoras dessa opinião pública sejam francamente minoritárias.
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Terceiro Setor: ‘Para-mercantil’ ou ‘Neo-governamental’?
Carta Rede Social 143 (02/08/07)

[Tempo estimado de leitura: 16 minutos]

A força da sociedade civil que temos está justamente no fato dela não poder ser organizada pelas organizações da sociedade civil que temos.
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O que ler sobre democracia
Carta Rede Social 142 (19/07/07)

[Tempo estimado de leitura: 23 minutos]

Para absorver a idéia de democracia no sentido “forte” (ou “a democracia como idéia”, como queria Dewey) – e esta é uma constatação para lamentar, conquanto a afirmação seja polêmica, sobretudo aos olhos dos que gostam de historicizar o conceito de democracia até que dele se esvaia todo o conteúdo substantivo – é necessário mais não-ler do que ler os clássicos.
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A nova metodologia do desenvolvimento local
Carta Rede Social 141 (05/07/07)

[Tempo estimado de leitura: 1 hora]

A metodologia do desenvolvimento local por meio do investimento em capital social se baseia na idéia de que o capital social depende, fundamentalmente, de duas coisas: das redes sociais (que ligam horizontalmente pessoas-com-pessoas, peer-to-peer, ou P2P) e da democracia (na base da sociedade e no quotidiano do cidadão).
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Nosso analfabetismo democrático
Carta Rede Social 140 (21/06/07)

[Tempo estimado de leitura: 20 minutos]

Sobre o que devemos pensar para mudar nossa condição de analfabetos democráticos? Numa edição revista e ampliada reproduzo abaixo as idéias para uma alfabetização democrática que já avancei na carta anterior.
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Sobre o pluralismo
Carta Rede Social 139 (07/06/07)

[Tempo estimado de leitura: 15 minutos]

Aos que querem usar a democracia para restringi-la devemos permitir tudo, menos que a restrinjam de fato, para começar negando-lhes o uso político que queiram fazer do pluralismo, para instaurar seu (falso) pluralismo de campo ou de lado.
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Uma excelente oportunidade
Carta Rede Social 138 (24/05/07)

[Tempo estimado de leitura: 15 minutos]

Teremos nos próximos meses uma oportunidade ímpar de debater as relações entre democracia e desenvolvimento, sobretudo as relações entre a democracia na base da sociedade e no quotidiano dos cidadãos e o desenvolvimento local.
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"Receita" para reinventar a política
Carta Rede Social 137 (10/05/07)

[Tempo estimado de leitura: 8 minutos]
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‘Carta Rede Social’, ex-‘Carta Capital Social’ (e antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente, desde 2001, para mais de 5.000 agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, de todo o Brasil. Para ler, clique no título acima.
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A participação em networks e a nova democracia
Carta Rede Social 136 (26/04/07)

[Tempo estimado de leitura: 17 minutos]

“Conforme caminhamos para o terceiro milênio, talvez a participação em networks se torne a nova democracia, um novo elemento importante no sistema de governança, um novo modo de vida nas complexas e miraculosas condições globais do nosso estranho e maravilhoso planeta vivo, girando e circulando no universo prodigioso em uma encruzilhada de infinidade e eternidade” (Robert Muller).
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O triângulo da sustentabilidade
Carta Rede Social 135 (12/04/07)

[Tempo estimado de leitura: 12 minutos]

Sustentabilidade, como sabemos, é o grande tema contemporâneo. Podemos dizer que a sustentabilidade das sociedades humanas é o novo nome do desenvolvimento, uma característica do padrão dinâmico de rede e, ao mesmo tempo, um dos efeitos do processo de democratização.
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Mais um texto de John Dewey
Carta Rede Social 134 (29/03/07)

[Tempo estimado de leitura: 13 minutos]

“Democracia criativa: a tarefa que temos pela frente”, embora seja a última contribuição de Dewey à teoria da democracia, continua sendo ignorado no debate atual sobre o tema da radicalização da democracia. Tirando as linhas iniciais de apresentação coloquial, vejamos a íntegra do que ele escreveu há quase 70 anos.
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"We lie in the lap of an immense intelligence"
Carta Rede Social 133 (15/03/07)

[Tempo estimado de leitura: 15 minutos]

‘Carta Rede Social’, ex-‘Carta Capital Social’ (e antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente, desde 2001, para mais de 5.000 agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, de todo o Brasil.

Do ponto de vista social propriamente dito, quer dizer, da rede social e da sua fenomenologia, o que chamamos de desenvolvimento é sempre uma mudança na rede social, vale dizer, naquelas variáveis que a caracterizam. Existem mudanças sociais que podemos interpretar como desenvolvimento: são aquelas que alteram disposições no espaço-tempo dos fluxos (da rede) de sorte a produzir determinados efeitos que são vistos, de fora, coletivamente, como criação de ambientes favoráveis à inovação e ao protagonismo de aglomerados de indivíduos e, individualmente, como empoderamento de seus nodos em termos de aumento da capacidade desses indivíduos de empreender. Diga-se o que se quiser dizer sobre o desenvolvimento, tais indicadores são definitivos: não podemos falar da ocorrência do fenômeno do desenvolvimento de um determinado conjunto de seres humanos a não ser enquanto estejam sendo gerados ambientes sociais favoráveis e novas capacidades (ou habilidades ou competências) permanentes dos elementos que constituem tal conjunto.
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Um texto de John Dewey
Carta Rede Social 132 (01/03/07)

[Tempo estimado de leitura: 10 minutos]

"Os meios que a democracia se esforça por articular são aqueles próprios da atividade voluntária em total ausência de coerção; trata-se de obter assentimento e consenso sem impor violência alguma. É a força da organização inteligente versus a força da organização imposta de fora para dentro e de cima para baixo. O princípio fundamental da democracia consiste em que os fins da liberdade e da autonomia para todo indivíduo somente podem ser alcançados empregando-se meios condizentes com esses fins" (Dewey, 1937).
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Sobre o conceito de democracia e as pervertidas concepções correntes
Carta Rede Social 131 (15/02/07)

[Tempo estimado de leitura: 22 minutos]

Programas e ações de governos ou de outras instituições que tenham como fundamento concepções pervertidas de democracia não podem ser programas indutores do desenvolvimento social (entendida essa expressão, stricto sensu, como desenvolvimento da sociedade, constituição de ambientes favoráveis à boa-convivência ou aumento da conectividade da rede social). Podem até incrementar o capital humano (como, aliás, conseguiram fazer vários programas, ditos sociais, que foram implementados no Brasil na época do regime militar ou sob a ditadura de Pinochet no Chile), mas não conseguirão contribuir para aumentar o estoque ou o fluxo do capital social. Pelo contrário, com toda certeza, exterminarão capital social, inviabilizando ou dificultando as iniciativas individuais e coletivas dos cidadãos para promover o seu próprio desenvolvimento.
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Ainda sobre a radicalização da democracia
Carta Rede Social 130 (01/02/07)

[Tempo estimado de leitura: 23 minutos]

Não é possível radicalizar a democracia em autocracias. Isso é mais ou menos óbvio. O que a presente reflexão pode acrescentar – e que está longe de ser óbvio – é que a política pervertida como “arte da guerra” ou como ‘continuação da guerra por outros meios’ (a “fórmula inversa de Clausewitz”), a partir de certo grau, também impede ou dificulta extremamente a democratização da democracia (a qual é função direta, vamos dizer assim, do grau de cooperatividade da democracia ou, inversamente, do seu grau de antagonismo). Radicalizar a democracia é, assim, torná-la mais cooperativa ou menos adversarial.
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Sobre a radicalização da democracia
Carta Rede Social 129 (18/01/07)

[Tempo estimado de leitura: 20 minutos]

Será possível uma nova política democrática, que avance em relação às formas liberais de democracia representativa sem acabar com a democracia e, sobretudo, sem enfrear o processo de democratização da sociedade?
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O velho sistema político
Carta Rede Social 128 (04/01/07)

[Tempo estimado de leitura: 15 minutos]

Vamos analisar algumas características do atual sistema político que constituem obstáculos ao exercício de uma política democrática que liberte, ao invés de aprisionar, as energias criativas e empreendedoras da sociedade.
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O mito da determinação econômica e a prevalência da política
Carta Rede Social 127 (21/12/06)

[Tempo estimado de leitura: 10 minutos]

As evidências disponíveis apontam para a existência de uma equivalência prática entre três tipos de iniciativas ou tarefas: induzir o desenvolvimento local <=> animar redes sociais P2P <=> democratizar a política (na base da sociedade e no quotidiano do cidadão). Não haverá desenvolvimento (sustentável) diante de graus insuficientes de distribuição das redes sociais e de democratização da sociedade. O agente de desenvolvimento é, assim, necessariamente, um articulador político e um animador de redes.
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O mito da política pública
Carta Rede Social 126 (07/12/06)

[Tempo estimado de leitura: 15 minutos]

Deveríamos estar mais preocupados em saber se uma política é uma política democrática (e democratizante) do que se ela é ou não é, nominal ou formalmente, uma política pública. A instalação da esfera pública é uma realidade coeva ao surgimento da democracia. Público, originalmente, era tudo aquilo que deixou de ser assunto privado do autocrata (e foi assim que, na Grécia, surgiu o espaço público, pelo mesmo ato fundante que inventou a democracia). Antes disso o Estado era um ente privado (privatizado pelo autocrata) e o surgimento da democracia significou uma publicização.
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Mitos do desenvolvimento local
Carta Rede Social 125 (23/11/06)

[Tempo estimado de leitura: 14 minutos]

Todas as práticas de desenvolvimento local são boas, desde que contem com o essencial: articulem e animem redes sociais e favoreçam a democracia na base da sociedade, no quotidiano do cidadão. Rede e democracia: para quem quer promover o desenvolvimento por meio do investimento em capital social, aqui se resume tudo!
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Sobre ‘a nova burocracia associacionista das ONGs’
Carta Rede Social 124 (09/11/06)

[Tempo estimado de leitura: 8 minutos]

É forçoso reconhecer que as organizações da sociedade civil, em sua imensa maioria, ainda se estruturam como mainframes e não como networks. Quando se denominam redes, quase sempre tal denominação é indevida porquanto aplicada a estruturas verticais de poder, com topologia descentralizada e não distribuída, com baixíssimo grau de rotatividade nas suas direções e com uma burocracia que, a despeito de ser reduzida pela falta de recursos, não deixa de ser formalmente semelhante a qualquer outra burocracia baseada na opacidade dos procedimentos, na discricionariedade das decisões e na verticalidade do fluxo comando-execução. Também é forçoso reconhecer que o paradigma organizativo que adotam essas organizações ainda é aquele, digamos, das fronteiras fechadas.
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A "rede-mãe"
Carta Rede Social 123 (26/10/06)

[Tempo estimado de leitura: 7 minutos]

Se quisermos investir em capital social para induzir o desenvolvimento, deveremos estimular redes voluntárias P2P onde possam rodar softwares livres ao invés de construir organizações fechadas para manter em nossas mãos programas proprietários. Esse é o motivo pelo qual instituições hierárquicas constituídas para promover o desenvolvimento social têm efetividade tão baixa. Esse é o motivo pelo qual ‘a nova burocracia das ONGs’ não é capaz de desencadear verdadeiros processos de transformação social, muitas vezes aprisionando, ao invés de libertar, as forças criativas e empreendedoras das comunidades.
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Tecnologia social e pobreza
Carta Rede Social 122 (12/10/06)

[Tempo estimado de leitura: 5 minutos]

A superação da pobreza como insuficiência de desenvolvimento exige, para além da distribuição de renda, a distribuição de riqueza, de conhecimento e de poder. Exige, portanto, estimulo ao empreendedorismo individual e coletivo, fortalecimento do protagonismo das populações, promoção do voluntariado na consecução de ações de interesse público e participação política dos cidadãos em um novo modelo de governança solidária.
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O grave momento em que estamos vivendo
Carta Rede Social 121 (28/09/06)

[Tempo estimado de leitura: 10 minutos]

Se o capital social é um recurso para o desenvolvimento aventado para explicar por que certos conjuntos humanos conseguem criar ambientes cooperativos favoráveis à boa governança, à prosperidade econômica e à expansão de uma cultura cívica capaz de melhorar as suas condições de convivência social, então não estamos, no Brasil de hoje, caminhando para construir um ambiente favorável. Pelo contrário, estamos em franco retrocesso.
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Colocando os "óculos de ver rede"
Carta Rede Social 120 (14/09/06)

[Tempo estimado de leitura: 12 minutos]

‘Carta Rede Social’, ex-‘Carta Capital Social’ (e antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente para cerca de 5.000 agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, de todo o Brasil. Nesta carta dou continuidade às minhas explorações no universo das conexões ocultas que produzem o que chamamos de ‘social’.

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Netweaving
Carta Capital Social 119 (31/08/06)

[Tempo estimado de leitura: 5 minutos]

‘Carta Capital Social’ (antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente para cerca de 5.000 agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, de todo o Brasil. Nesta carta volto ao meu assunto original: a indução do desenvolvimento por meio do investimento em capital social.
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A ciência das redes
Carta Capital Social 118 (17/08/06)

[Tempo estimado de leitura: 27 minutos]

Um texto importante para quem quer conhecer ou fazer netweaving: a boa resenha, elaborada por Jorge Miceli (do Instituto Interdisciplinario de Estudios e Investigaciones de América Latina (INDEAL) de la Facultad de Filosofía y Letras da Universidade de Buenos Aires), sobre o livro de Duncan Watts (2003), “Six Degrees: The Science of a Connected Age” (London: Random House).
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Os quatro grandes desafios
Carta Capital Social 117 (03/08/06)

[Tempo estimado de leitura: 16 minutos]

Estou iniciando, em algumas capitais do Brasil, uma série de seminários sobre o tema “Os quatro grandes desafios da sustentabilidade no início do século 21: 30 questões-chave colocadas para as empresas no Brasil”.
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Indicações de leituras (4)
Carta Capital Social 116 (20/07/06)

[Tempo estimado de leitura: 17 minutos]

Em 13 de abril, na ‘Carta Capital Social 109’, iniciei minhas indicações de leitura sobre uma nova concepção – sistêmica – de desenvolvimento. Nesta carta vou finalizar a tarefa.
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Uma teoria da cooperação baseada em Maturana
Carta Capital Social 115 (06/07/06)

[Tempo estimado de leitura: 90 minutos]

Na presente carta envio a íntegra do texto “Uma teoria da cooperação baseada em Maturana”.
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Uma teoria da cooperação baseada em Maturana
Carta Capital Social 115 (06/07/06)

[Continuação da Carta Capital Social 115]

Ver Notas e Bibliografia nos Comentários.
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Indicações de leituras (3)
Carta Capital Social 114 (22/06/06)

[Tempo estimado de leitura: 12 minutos]

Dando continuidade às indicações de leitura sobre a nova concepção sistêmica de desenvolvimento, vou apresentar agora as listas das dez leituras fundamentais e das dez leituras de aprofundamento na categoria B (Pressupostos).
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Indicações de leituras (2)
Carta Capital Social 113 (08/06/06)

[Tempo estimado de leitura: 9 minutos]

Num universo de 32 milhões de livros e 750 milhões de artigos, fico refletindo sobre a minha dificuldade de selecionar não mais do que 80 textos sobre um assunto específico: a nova concepção sistêmica de desenvolvimento. Toda dificuldade se resume em saber o que será necessário ler para captar o “DNA” do tema (ou, melhor, do estudo do tema).
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Analisando redes sociais (2)
Carta Capital Social 112 (25/05/06)

[Tempo estimado de leitura: 16 minutos]

Prossigo reproduzindo a estimulante aula do professor David de Ugarte sobre análise de redes sociais. A aula inteira é composta de oito partes. As duas primeiras já seguiram na ‘Carta Capital Social 111’. Seguem agora as partes II e III.
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Analisando redes sociais (1)
Carta Capital Social 111 (11/05/06)

[Tempo estimado de leitura: 15 minutos]

Começo a reproduzir nesta carta a estimulante aula do professor David de Ugarte sobre análise de redes sociais. A aula inteira é composta de oito partes. As duas primeiras seguem abaixo.
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Neopopulismo e capital social
Carta Capital Social 110 (28/04/06)

[Tempo estimado de leitura: 11 minutos]

Gostaria de retomar um assunto que já abordei aqui, em várias cartas anteriores: os fatores exterminadores do capital social. Já sabemos que, em regimes democráticos, assistencialismo, clientelismo, centralização e práticas adversariais são os principais fatores que impedem a formação e o fluxo do capital social. Mas agora parece estar surgindo uma variante política que reúne tais fatores em uma constelação perversa. Trata-se de um novo tipo de populismo, que floresce quando líderes carismáticos e salvacionistas, apoiados por correntes estatistas e corporativistas, se apossam, pela via eleitoral, das instituições da democracia e as corrompem, gerando um ambiente degenerativo no qual o poder deletério de exterminar capital social das práticas acima mencionadas é amplamente potencializado.
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Indicações de leituras (1)
Carta Capital Social 109 (13/04/06)

[Tempo estimado de leitura: 5 minutos]

Vou recomendar as leituras que, a meu ver – ou seja, do ponto de vista que esposei no meu livro “Capital Social” (2001) são úteis para uma compreensão básica da nova concepção de desenvolvimento, compreendendo backgrounds (no sentido em que a moderna análise de fundamentos de teorias físicas emprega o termo), pressupostos e teorias, destacando sempre dois níveis: leituras fundamentais e leituras de aprofundamento. Em alguns temas, como capital social, vou fazer indicações de leituras recentes.
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Não uma, senão mil políticas locais
Carta Capital Social 108 (31/03/06)

[Tempo estimado de leitura: 11 minutos]

As iniciativas governamentais ou para-governamentais de incorporar o tema do desenvolvimento local, em geral apresentam pelo menos um de três problemas centrais: uma concepção setorial de desenvolvimento, uma idéia mítica de política pública e uma incompreensão das relações entre desenvolvimento e democracia.
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O experimento de Duncan
Carta Capital Social 107 (16/03/06)

[Tempo estimado de leitura: 11 minutos]

Resolvi transcrever nesta carta a tradução que fiz de excertos do recente experimento sobre Small-World de Peter Dodds, Roby Muhamad e Duncan Watts. O trabalho foi publicado em maio de 2003 na revista Science (2 December 2002; accepted 23 May 2003 |10.1126/science.1081058), adaptado, traduzido e republicado no meu livro “A revolução do local: globalização, glocalização, localização” no final de 2003.
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Questões em debate
Carta Capital Social 106 (02/03/06)

[Tempo estimado de leitura: 23 minutos]

Tendo participado da série de seminários promovidos por Comunitas, na série Nova Visão do Desenvolvimento, resolvi elaborar uma resposta aos questionamentos que foram colocados para o debate.
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Para que serve a democracia
Carta Capital Social 105 (16/02/06)

[Tempo estimado de leitura: 13 minutos]

Nesta semana, fui jantar com um amigo – cuja identidade preservo – e lá pelas tantas começamos a discutir sobre a democracia. Para quê, afinal, serve a democracia se não for para melhorar a vida dos seres humanos, incluir os excluídos, enfim, possibilitar maior desenvolvimento humano, social e sustentável? É o que ele perguntava. E eu respondia. A democracia não pode ser usada como instrumento para atingir essas coisas, desejáveis por certo, que pertencem, porém, a outras campos de desideratos a que se impõem os humanos, como a universalização da cidadania e a conquista da sustentabilidade. A democracia tem, sim, uma utopia, mas que não é finalística, não é o Eldorado ou a Cidade do Sol. A democracia não é o ponto de chegada e sim o modo de caminhar. A utopia da democracia – disse – é a política. É viver em liberdade como um ser político, um participante da comunidade política.
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Thomas Friedman e a glocalização
Carta Capital Social 104 (02/02/06)

[Tempo estimado de leitura: 8 minutos]

Friedman é polêmico. Freqüentemente é acusado de superficial. Eu mesmo (em “A revolução do local”: 2003) já observei que ele parece ter se deixado intoxicar demais pela ideologia do globalismo econômico (ou pelo liberalismo de mercado). Isso não significa que não deva ser lido: mas pelo que é e não pelo que não é. Ele não é um analista, um teórico da globalização e sim um jornalista ganhador de prêmios de jornalismo.
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Quais são as propostas?
Carta Capital Social 103 (19/01/06)

[Tempo estimado de leitura: 9 minutos]

As eleições estão chegando, mas o fundamental não está sendo discutido. Quais são as propostas que estão na mesa? Quais são os programas de governo em disputa? Existe algum projeto que considere seriamente o tema do desenvolvimento humano e social sustentável, quer dizer, da sustentabilidade?
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O desenvolvimento local e o governo atual
Carta Capital Social 102 (05/01/06)

[Tempo estimado de leitura: 8 minutos]

Não há como deter o desenvolvimento local. Felizmente esse processo não depende da vontade política de governos centrais, nem de políticas nacionais mais ou menos acertadas. O desenvolvimento local é parte de uma mudança social que está em curso no mundo contemporâneo.
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Um balanço
Carta Capital Social 101 (22/12/05)

[Tempo estimado de leitura: 6 minutos]

Estamos vivendo, subterraneamente, um período de gestação (talvez alguma coisa semelhante ao que os alquimistas chamavam de nigredo) de novos padrões de relacionamento mas também de novos padrões interpretativos.
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Atingindo a marca dos 100
Carta Capital Social 100 (09/12/05)

[Tempo estimado de leitura: 1 minuto]

Começamos em 17 de dezembro de 2001, com 1.600 destinatários. Dois anos depois, no Natal de 2003, chegamos a 3.300 destinatários. Agora, com a presente ‘Carta Capital Social 100’ – comemorada hoje –, atingimos mais de 4.700 pessoas que recebem quinzenalmente esta correspondência, com absoluta regularidade.
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No Seminário Comunitas
Carta Capital Social 99 (24/11/05)

[Tempo estimado de leitura: 32 minutos]

A articulação entre democracia, sociedade civil e desenvolvimento pode constituir um referencial conceitual inovador para a investigação e o debate sobre novos caminhos da sociedade brasileira diante da crise de velhos modelos, concepções e práticas de governança, participação política e ação social.
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Seminario Comunitas & RedeSol
Carta Capital Social 98 (10/11/05)

[Tempo estimado de leitura: 9 minutos]

Na segunda quinzena deste mês estarei participando do seminário “Sociedade civil, democracia e desenvolvimento: velhos modelos e novos caminhos”. Trata-se de uma iniciativa da Comunitas e RedeSol, instância de articulação dos programas gerados pela Comunidade Solidária, que será realizada em duas edições sucessivas, no dia 21 de novembro no Rio de Janeiro e no dia 24 em São Paulo.
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AVISO
As Cartas Rede Social (ex-'Cartas Capital Social' e antigas 'Cartas DLIS') dos anos anteriores (2001 a 2005: 'Carta DLIS 1' a 'Carta Capital Social 97'), estão sendo transferidas para este novo site (e deverão estar publicadas nesta coluna em breve). Clique no título para conhecer os títulos e as datas das Cartas DLIS / Cartas Capital Social anteriores.
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Outros textos
PRECISO DE AJUDA
(16/07/08)

Passei os últimos dias mergulhado na investigação sobre topologia de redes. Creio que encontrei algumas coisas interessantes, ainda que usando um formalismo matemático elementar (o que, nesse caso, é bom): por exemplo, uma equação para calcular um índice de distribuição, uma matriz topológica para caracterizar as configurações possíveis de uma rede (da totalmente centralizada à totalmente distribuída). Na 'Carta Rede Social 168', que segue amanhã, vou tentar fazer um resumo do que ando desenvolvendo. Mas agora cheguei em um estágio em que preciso de ajuda. Estou, há muitos anos, afastado das abordagens matemáticas.
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Péricles
(10/07/08)
No dia 22 de abril passado postei aqui a nota "Péricles, o imperfeito" (veja abaixo). Pois é. Só agora acabei de ler o livro de Claude Mossé, intitulado "Péricles - O Inventor da Democracia". É um pouco chato, mas merece ser lido, assim como tudo o que se escreveu sobre Péricles e a invenção da política na Grécia do século V. Lá no final, um verbete do glossário preparado pela autora, entretanto, salva o trabalho: "TIRANIA... Em Atenas, trata-se do poder exercido por Pisístrato e seus filhos. As instituições democráticas foram criadas para afastar qualquer risco de seu retorno". Eis aí o ponto: a democracia surge como um movimento de desconstituição da autocracia, como assinalado no meu "Alfabetização democrática".
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MEU REENCONTRO ONTEM COM MATURANA
(28/06/08)

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Humberto Maturana Romesin é um dos gênios do século passado. Não tenho visto ultimamemente sua produção teórica, escrita depois do década de 1990. Mas ele continua trabalhando. Estive com ele no encerramento de um curso que está ministrando em Curitiba. Conto aqui alguns detalhes desse reencontro.
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REFLEXÕES
(20/06/08)

É hoje o dia do lançamento da Escola-de-Redes, durante a Pós-Conferência Aberta ao GFAL Redes Sociais e Sustentabilidade, da qual participarei, juntamente com David de Ugarte, em mesa coordenada por Rodrigo da Rocha Loures. Será às 19 horas, no CIETEP, em Curitiba e a entrada é franca, embora as vagas sejam fisicamente limitadas. Quem não puder comparecer, pode assistir tudo pela internet no endereço www.globalforum.com.br
O site da Escola-de-Redes pode ser acessado por www.escoladeredes.org mas ainda está em construção. Coloco aqui algumas reflexões sobre o que pretendo dizer hoje a noite. Para ler clique no título.
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FALTAM APENAS 5 DIAS...
(13/06/08)

Faltam apenas 5 dias para o início do GFAL - Global Forum América Latina e 7 dias para a Pós-Conferência Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade, que começará às 19 horas do dia 20 de junho de 2008. Estão vindo da Espanha os seguintes membros da Sociedade de las Indias Electrónicas (SIE) e do Banco Bilbao Vizcaya (BBVA), dedicados às redes sociais:1) David de Ugarte (SIE), 2) Alexandre Girard (SIE), 3) Arnau Fuentes (SIE), 4) Carlos Cilveti (BBVA), 5) Fernando Summers (BBVA), 6) Marcos Menendez (SIE), 7) Maria Rodriguez (SIE), 8) Mercedes Egido (SIE) e 9) Natália Fernandez (SIE). Os eventos ocorrerão no CIETEP, em Curitiba. Para maiores informações acesse: GFAL e BLOGOSFERA GFAL
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AINDA TEMOS 3 VAGAS
(11/06/08)

Faltam apenas 7 dias para o GFAL (Global Forum América Latina, Curitiba, 18 a 20 de junho de 2008) e para a Pós-Conferência Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade (que começará às 19 horas do dia 20 de junho). Os dois eventos ocorrerão no CIETEP, em Curitiba. Depois da Pós-Conferência Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade, no dia seguinte (sábado, 21 de junho, das 09:00 às 18:00), teremos o Segundo Encontro com David de Ugarte, nos arredores de Curitiba, apenas para convidados. Se você está interessado em trabalhar com redes sociais, do ponto de vista teórico ou prático, envie um e-mail para mim. Restam apenas 3 vagas para esse segundo encontro reservado.
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CONVITE
(06/06/08)

Participe da Pós-Conferência Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade, que ocorrerá no dia 20 de junho próximo, no CIETEP, em Curitiba, a partir das 19 horas. A entrada é franca, mas as vagas são limitadas.

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Juan Urrutia e David de Ugarte (foto) são os palestrantes internacionais convidados. Rodrigo Loures e Augusto de Franco são os anfitriões

Durante a Pós-Conferência Aberta Redes Sociais e Sustentabilidade será lançada a Escola-de-Redes, uma iniciativa internacional que congrega pessoas dedicadas à investigação teórica e à disseminação de conhecimentos sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving, que terá um primeiro nodo no Brasil na cidade de Curitiba.
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UM ESTUDO PARA O LOGO DA ESCOLA-DE-REDES
(05/06/08)

Eis um estudo - feito pelo pessoal da Sociedad de las Indias Electrónicas - para o logo da Escola-de-Redes, cujo nodo no Brasil será lançado no próximo dia 20, em Curitiba. Que tal?

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Escola-de-Redes é uma rede de pessoas dedicada à investigação teórica e à disseminação de conhecimentos sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving.
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MARAVILHAS DO DOMÍNIO PÚBLICO
(29/05/08)

Vejam só. Entreguei ao Domínio Público meu livro Alfabetização Democrática: http://alfademo.blogspot.com Poucos dias depois Carlos Boyle - http://carlosboyle.blogspot.com - resolveu traduzí-lo para o espanhol. E criou um blog semelhante ao original "con el único fin de dar a conocer las ideas de Augusto de Franco a la comunidad hispanoparlante". É ou não é uma maravilha? Para acessar a versão em espanhol clique em http://aflabetizaciondemocratica.blogspot.com/
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DAVID DE UGARTE NOVAMENTE NO BRASIL
(07/05/08) => (26/05/08)

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Estiveram conosco no final de abril os ciberativistas e estudiosos de redes sociais espanhóis David de Ugarte www.deugarte.com e Natalia Fernandez http://planeta.lamatriz.org, que trabalham em Madri, na Sociedad de las Indias Electrónicas http://lasindias.com David voltará na terceira semana de junho próximo. Clique no título para ver a programação e se inserir nela. E leia, clicando no título acima, a matéria "Redes sociais para a sustentabilidade", de Thays Prado, na edição de 23/05/08 de Planeta Sustentável.
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ALFABETIZAÇÃO DEMOCRÁTICA EM DOMÍNIO PÚBLICO
(18/05/08)

No blog http://alfademo.blogspot.com entrego ao Domínio Público excertos do meu livro "Alfabetização Democrática". Curitiba: FIEP / Rede de Participação Política do Empresariado, 2007. O livro em papel, com 376 páginas, foi editado como material de apoio ao curso online, "Democracia, Redes Sociais e Sustentabilidade" que está sendo ofertado no momento (maio de 2008) a centenas de alunos. Para se inscrever no curso clique em http://www.redeempresarial.org.br/
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GLOBAL FORUM AMÉRICA LATINA
(13/05/08)

Estou participando da preparação do Global Forum América Latina (GFAL), que ocorrerá em Curitiba, de 18 a 20 de junho próximo. Estamos criando um ambiente virtual de debate sobre os temas do encontro: uma blogosfera agregada com feevy, no endereço http://gfal.blogspot.com

Meu nodo nessa rede, ainda em formação, é o blog http://augustonogfal.blogspot.com
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OS NOVOS E TRISTES TEMPOS QUE VÊM POR AÍ
(10/05/08)

Tenho chamado a atenção para a nova onda do capitalismo autoritário que está se avolumando... O desfile militar de ontem, em Moscou, emitiu um sinal inequívoco do retrocesso em curso.
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A MAIOR BUROCRACIA DO PLANETA
(07/05/08)

Estou lendo o livro "O segredo chinês", de Chen Guidi e Wu Chuntao (2003), infelizmente com 5 anos de atraso: só agora saiu a edição brasileira (Rio de Janeiro: Record, 2008). O livro do casal de origem camponesa, banido na China, foi premiado na França em 2004. Quem lê-lo não ficará com a menor dúvida: o que se pratica na China profunda não é propriamente o que chamamos de capitalismo e sim uma espécie de despotismo oriental baseado na extorsão de 900 milhões de camponeses. Toda vez que alguém começa a elogiar a China pela pujança de seu crescimento econômico e de suas obras faraônicas (como as que vão aparecer daqui a pouco nas Olimpiadas) é bom perguntar sempre pelos indicadores de desenvolvimento (humano, como o IDH; econômico, como o CGI; e tecnológico, como o IG). Na verdade, ver-se-á que a China, além de ser uma ditadura, construiu uma obra inigualável: a maior burocracia estatal de que se tem notícia na história. E também a maior tirania. Clique no título para ver alguns números espantosos.
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O NOVO BLOG 24 HORAS
(02/05/08)

Meus artigos políticos, até então publicados no site www.democracia.org.br, passam a ser publicados, a partir de hoje, no novo blog www.vintequatro.com | Peço aos leitores interessados que se encaminhem para lá. O site www.democracia.org.br apresentou problemas hoje a tarde e não está abrindo. Mas será recuperado e ficará como arquivo de mais de mil artigos publicados entre o final de 2005 e o início de 2008.
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Péricles, o imperfeito
(22/04/08)

Acaba de sair no Brasil a tradução do livro da historiadora francesa Claude Mossé, intitulado "Péricles - O Inventor da Democracia" (tradução de Luciano Vieira Machado). São Paulo: Estação Liberdade, 2008. Carlos Graieb faz uma resenha na Veja desta semana (clique no título para ler). Na verdade não se trata bem de uma crítica do livro, mas de Péricles. Não sei se ele - o crítico - acompanha fielmente a autora. Ainda não li o livro. Mas, a julgar pelo que escreveu Graieb, talvez ele (ou Claude Mossé) não tenha entendido bem o espírito da coisa (a coisa é a democracia: esse regime - quem diria? - tão imperfeito quanto um de seus principais expoentes, Péricles). Ele (ou ele e ela) exalçam os discursos de Péricles e reprovam seu comportamento. Parece-lhe (ao crítico e, talvez, também à autora, não posso dizer ainda) muito incoerente com o que prega. Quando é que esse pessoal vai entender que a democracia é isso mesmo, não é um regime para heróis e super-homens, mas para homens comuns, cheios de defeitos, como todos nós? Seres perfeitos são modelos para autocracias.
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TRABALHAR EM REDE
(22/04/08)

Vejam só como a gente não pode ter preconceito. Encontrei há pouco, num livro de auto-ajuda, intitulado “Crer para ver”, do Dr. Wayne W. Dyer (autor do conhecido bestseller “Seus pontos fracos”), um capítulo interessante “Trabalhar em Rede: Um Meio Eficaz para o Desligamento”. Interessante porque o livro foi publicado em 1989, há quase 20 anos, portanto. No fundamental, Dyer sacou aspectos importantes das redes sociais (que até hoje muitos dos que trabalham com o assunto ainda não viram). Transcrevo abaixo o capitulo.
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CONTATO PESSOAL COM DAVID DE UGARTE
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Os especialistas em redes sociais, David de Ugarte http://www.deugarte.com e Natalia Fernandez (sócios-fundadores da Sociedad de las Indias Electrónicas: http://www.lasindias.com/) de Madri, Espanha, estarão no Brasil a partir do dia 23 de abril de 2008. Recentemente publicamos a tradução do último livro de Ugarte: "O poder das redes" (Porto Alegre: CMDC / ediPUCRS, 2008). Quem trabalha com o tema e estiver interessado em fazer contato pessoal com eles por favor deixe aqui a sua mensagem ou envie um e-mail para mim.
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'CARTA REDE SOCIAL' ULTRAPASSA 160 EDIÇÕES E 10 MIL DESTINATÁRIOS
‘Carta Rede Social’, ex-‘Carta Capital Social’ (e antiga ‘Carta DLIS’) é uma comunicação pessoal de Augusto de Franco enviada quinzenalmente, desde 2001, para milhares de agentes de desenvolvimento e outras pessoas interessadas no assunto, do Brasil e de alguns países de lingua portuguesa e espanhola. A última 'Carta Rede Social' (a de número 161) foi encaminhada para 10.160 destinatários. Se você quiser recebê-la em seu e-mail inscreva-se na coluna ao lado.
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QUEM VAI CONDENAR A DITADURA CHINESA?
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Dirigentes de organizações internacionais, chefes de Estado e de governo, celebridades, personalidades do mundo artístico, esportivo e acadêmico, estão calados. Quem participa dos protestos que estão varrendo o mundo nestes dias são as pessoas comuns.
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Mais internautas
Editorial, O Estado de São Paulo (09/04/08)

A ONU calcula que 1,2 bilhão de pessoas têm acesso à internet, o que representa cerca de um sexto da população do planeta. Há dez anos, eram 70 milhões de internautas.
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A VIA PUTIN
Augusto de Franco (08/04/08)

Inauguro aqui neste post uma seção sobre o que venho chamando de "Via Putin". É um fenômeno político inédito de nossos tempos, de transição para um regime autocrático a partir do processo eleitoral formalmente democrático. Convém examinar com muito cuidado esses regimes protoditatoriais, como o que Putin instalou e vem conduzindo na Federação Russa. Para começar uma notinha emitida hoje pelas agências de notícias e reproduzida pelo Estadão de hoje (clique no título para ler).
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TIBET - APOIO AO DALAI LAMA
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Acabei de assinar uma petição urgente pedindo para o governo chinês ter cautela e respeito pelos direitos humanos no Tibet, e para eles abrirem o diálogo com o Dalai Lama. A crise no Tibet está séria, por isso precisamos participar dessa campanha. Basta clicar no título acima e depois no link para assinar a petição.
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Sobre os atentados de 11 de março de 2004
Do blog de David de Ugarte (www.deugarte.com)

Martes, 11 de Marzo de 2008: 4 años después

A todos los que murieron o perdieron a quienes amaban en la mañana 11 de marzo de 2004. A todos los que supieron convertir en aquellos días sus móviles, sus ordenadores y su conocimiento en herramientas de un mundo nuevo.
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Sobre a burocracia sacerdotal do conhecimento
12/03/08

O artigo de Alexandre Barros, no jornal O Estado de São Paulo de hoje, intitulado "Deixem o Portellinha estudar em paz", embora pareça apenas divertido, contém alguns questionamentos e pistas fundamentais para a crítica do poder burocrático, em especial da burocracia sacerdotal do conhecimento que ainda trava a inovação nas academias. Vale a pena ler e refletir sobre ele.
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O Brasil e a Grã-Colômbia
Demétrio Magnoli, O Estado de São Paulo (06/03/08)

Lula exige desculpas sem condições da Colômbia, mas não condena incondicionalmente a guerrilha colombiana - e, sobretudo, não levanta a voz do Brasil para cobrar a cooperação logística da Venezuela e da Colômbia contra o uso das faixas de fronteiras pelas Farc.
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Bolsa-eletrodoméstico
Ali Kamel, O Globo (04/03/08)

O discurso oficial agora é que o dinheiro do Bolsa-Família aumentaria a demanda por bens duráveis, o que levaria à ampliação de fábricas e ao aumento de empregos. Balela. Mesmo se fosse verdade, o consumo cresceria nas áreas carentes e a produção, nas áreas já afluentes, perpetuando as desigualdades.
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TERMINOU A CMDC: UM SUCESSO!
Augusto de Franco (17/02/08 07:36)

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Estive totalmente envolvido na organização (desde julho de 2006) e na realização (agora em Porto Alegre, de 13 a 16 de fevereiro de 2008), da Conferência Mundial sobre Desenvolvimento de Cidades (CMDC). Mais de 400 horas de atividades, cerca de 600 palestrantes de várias partes do mundo, 7 mil (!) inscritos (esperávamos uns 3 mil). Foi um mega-evento, que cumpriu um papel, vamos dizer assim, "civilizador" em relação ao que se chamava de participação social em Porto Alegre. Diversidade, pluralidade, inovação... ao invés de alinhamento ideológico ou político a um campo de concepções, barreiras para impedir a entrada de quem pensa diferente e eterna repetição das mesmas besteiras, obviedades e anacronismos, como o chamado Orçamento Participativo. Essa é a minha visão. Existem outras, porém, igualmente legítimas, sobretudo de quem, por injunções políticas (também legítimas no quadro atual da disputa por cargos representativos), não acha conveniente enfrentar diretamente as velhas concepções e práticas que ainda caracterizam as conformações estatistas, hegemonistas e autocratizantes da chamada esquerda. A iniciativa da CMDC partiu de um novo programa (lato sensu) que está sendo implementado em Porto Alegre desde o final de 2005, chamado Governança Solidária Local. Para entender melhor o que disse acima, clique no título para ler o artigo abaixo, intitulado "Minha visão da Governança Solidária Local" - um capítulo do livro, lançado anteontem na CMDC, intitulado "Olhares sobre a experiência da Governança Solidária Local" (Porto Alegre: CMDC / ediPUCRS, 2008).
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Dois artigos importantes sobre os riscos de um nascente capitalismo contraliberal
Augusto de Franco (03/02/08)

Dois artigos importantes sobre os riscos, a que estamos expostos também no Brasil, dessa onda, que parece estar se avolumando, de capitalismo autoritário, de capitalismo contraliberal, de capitalismo que prescinde de democracia. O primeiro de Eduardo Graeff, na Folha de São Paulo (24/01/08) e o outro de Fernando Henrique Cardoso, n'O Estado de São Paulo (03/02/08).
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ESSA VOCÊ NÃO PODE PERDER
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Porto Alegre, Campus Central da PUC, 13 a 16 de fevereiro de 2008. Clique no título acima para baixar a programação atualizada (01/02/08) do evento. Para fazer sua inscrição clique em www.cmdc2008.com.br
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Blibliografia atualizada sobre Redes Sociais
Augusto de Franco (28/01/08)

Cerca de 30 títulos, talvez 40 (se incluirmos a Social Network Analysis). Quem lê-los, entretanto, ficará totalmente atualizado no assunto.
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América Latina está ficando para trás
Andrés Oppenheimer, Washington Post / O Estado de São Paulo (27/01/08)

De cada xícara de café plantado na América Latina que os consumidores compram nos EUA, menos de 3% do preço vão para os agricultores da região. Os 97% restantes vão para aqueles que trabalham com engenharia genética, processamento, desenvolvimento da marca e outras atividades baseadas no conhecimento que ajudam a produzir uma xícara de café.
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Al Qaeda: uma rede?
Augusto de Franco (23/01/08)

Notícia de anteontem (21/01/08), distribuída pela Reuters, diz que "os simpatizantes da Al Qaeda usam amplamente a internet para divulgar as declarações do grupo através de centenas de sites islâmicos onde qualquer um pode publicar uma mensagem. Os grupos ligados à Al Qaeda também criam seus próprios sites, que frequentemente são retirados do ar por provedores de internet". Pois é... Isso tem levado muitos a confundir a Al Qaeda com uma rede (distribuída). Como venho dizendo desde há muito, não é. Eles usam as tecnologias, as ferramentas interativas on line, que impulsionaram a atual expansão das redes, mas, no fundo, constituem uma organização centralizada, avessa à miscigenação cultural: trata-se de uma resistência culturalista à globalização.
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De las naciones a las redes
David de Ugarte, www.deugarte.com (21/01/08)

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Nueva redacción de la intro a “De las naciones a las redes” que recoge lo avanzado en las conversaciones y debates del último mes en el blog y en la lista de Borondón con los otros coautores.
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Corrupção derruba Brasil em ranking de liberdade econômica
Marianna Aragão, O Estado de São Paulo (16/01/08)

Classificação entre as economias mais livres do mundo depende da análise de 10 itens; Brasil ficou em 101º lugar.
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Desconfiança da população nos políticos e autoridades cresce a cada ano e já atinge mais de 80%
Cecília Melo, Site Contas Abertas (08/01/08)

A credibilidade dos parlamentares e das instituições governamentais, diante dos recentes escândalos de corrupção, parece estar no fundo do poço.
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China tenta encontrar saídas para seu lixo
Holly Hubbard Preston, International Herald Tribune, O Estado de São Paulo (09/01/08)

Entulho urbano aumenta a uma taxa de 10% ao ano.
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Networks, Netwars, and the Fight for the Future
David Ronfeldt and John Arquilla, First Monday, volume 6, number 10 (October 2001)

Recomendo aos interessados em redes e, sobretudo, no chamado swarming, que leiam esse paper de Ronfeldt e Arquilla. Não que eu concorde com a abordagem que eles escolheram e, muito menos, com tudo o que eles disseram. Por exemplo, não acredito que as redes de terroristas sejam redes distribuídas, redes propriamente ditas, redes de pessoas. Mais parecem estruturas descentralizadas (portanto, hierarquias), que utilizam meios de comunicação interativos e em tempo real que também são utilizados pelas redes sociais. Mas mesmo assim vale a pena examinar esse ponto de vista.
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Uma ramada de neurônios (um achado)
Augusto de Franco (01/01/08)

Estava perdido entre meus guardados. Mas achei neste 1º de janeiro de 2008, quase dez anos depois, portanto, o texto seminal de Pierre Levy, intitulado "Uma ramada de neurônios", que foi publicado pela Folha de São Paulo no dia 15/11/98.
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A ALEGRIA DO CHUPIM
Percival Puggina, www.puggina.org (01/01/08)

Fiz uma rápida consulta ao Google com as palavras-chave "Brasil cai no ranking" e, em instantes, fiquei sabendo que caímos para a 72ª posição no ranking da competitividade; perdemos seis posições no da tecnologia (52º lugar); perdemos pontos e posições no da corrupção (62º lugar); caímos no da liberdade de imprensa (84º), no da desigualdade entre homens e mulheres (74º), no dos negócios pela internet (43º), no dos exportadores (24º), no do preparo digital (38º), e perdemos uma posição no do IDH (70º). Estamos entre os piores na lista da educação! Dos 34 analisados somos o que menos gasta com ela e, por isso, ocupamos um dos últimos postos no ranking mundial de talentos. E por aí vai.
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AMAGI
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A inscrição cuneiforme que serve como logotipo e elemento de desenho nos livros do Liberty Fund é a mais antiga escrita surgida para a palavra "liberdade" (amagi). Foi retirada de um documento em argila, escrito a aproximadamente 2300 a.C. na cidade estado de Lagash, na Suméria.
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Uma Mensagem Fúnebre de Ano Novo
Augusto de Franco (30/12/07)

O mundo democrático desenvolvido – tendo a frente países como Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Coréia do Sul, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Holanda, Hong Kong, Irlanda, Islândia, Israel, Itália, Japão, Luxemburgo, Noruega, Nova Zelândia, Portugal, Reino Unido, Singapura, Suécia e Suíça – está virando uma ilha de prosperidade econômica e boa governança, crescentemente cercada por países que crescem a altas taxas, dominados por regimes mais ou menos bestiais, que estão pouco se lixando para coisas como democracia, Estado de direito, civilidade ou decência.
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A grande marcha do século 21
Suketu Mehta, O Estado de São Paulo (30/12/07)

Pela primeira vez na história da humanidade, a população das cidades supera a do campo.
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Superpotências do petróleo caro
Andy Robinson, La Vanguardia (28/12/07)

Conseqüências geopolíticas do poder energético: o nacionalismo de recursos provoca uma nova guerra fria.
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Messianismo e o credo petista
Marcelo Otávio Dantas, Folha de São Paulo (23/12/07)

O credo petista converteu-se em um neosabbatianismo radical, alimentado por uma intelectualidade delirante que justifica o injustificável.
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Un golpe democrático
Natalio R. Botana, La Nacion (06/12/07)

Las agrupaciones estudiantiles movilizaron el voto con Internet y celulares. Si Internet no es todavía el medio de comunicación de los sectores más postergados, el teléfono celular sí lo es.
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Pretorianismo na Venezuela
Jorge Zaverucha, Folha de São Paulo (05/12/07)

É possível existir democracia eleitoral sem que o regime seja, necessariamente, democrático.
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A FRASE DA DÉCADA

"Há outra Guerra Fria a caminho. Agora não é Oriente versus Ocidente, mas democracia versus não-democracia."
Thomas Melia, vice-diretor-executivo da Freedom House.

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Democracias mostram retrocesso
Peter Grier, O Estado de São Paulo (25/11/07)

Fortalecimento de autocratas como Putin e Chávez desacelera ritmo de expansão dos sistemas democráticos.
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Tempos difíceis
Miriam Leitão, O Globo (21/11/07)

A nova direção do IPEA está encurralando quem pensa diferente, com exonerações, expurgos, retirada de dinheiro de pesquisa, interrupção de trabalhos em andamento, suspensão de convênios e o que é pior: tenta legitimar tudo o que faz levantando uma suspeita de que existia antes algo "irregular".
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Democracia não é só eleição
Alba Zaluar, Folha de São Paulo (19/11/07)

O país que muda as regras ao sabor dos interesses eventuais e momentâneos, de quem pode manipular o Legislativo com o seu poder, não pode ser considerado um país de democracia consolidada.
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Miséria persiste apesar do Bolsa Família
Marta Salomon, Folha de São Paulo (18/11/07)

Beneficiários do programa federal não saem da linha da extrema pobreza mesmo depois de receberem até R$ 112 mensais. No Nordeste, renda familiar média após o pagamento do benefício não alcança R$ 60 por pessoa; valor fica em apenas R$ 59,11 mensais.
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Lições que aprendi
Augusto de Franco (08/11/07)

Nas novas iniciativas de promoção do desenvolvimento local em que estou envolvido, tenho procurado incorporar algumas lições importantes que aprendi nestes últimos cinco anos e que começo a compartilhar agora com os interessados.
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O aquecimento da Terra
José Carlos Azevedo, O Estado de São Paulo (07/11/07)

O aquecimento da Terra é real, é lento e não há comprovação científica de que seja irreversível ou influenciado pelo homem. Com certeza, nada pode ser feito para alterá-lo, pois até fenômenos astronômicos conhecidos se correlacionam a mudanças climáticas - as manchas solares e a precessão, por exemplo.
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PARA FAZER UM CURSO AUTODIDÁTICO DE POLÍTICA DEMOCRÁTICA
Augusto de Franco (03/11/07)

É necessário ler os textos básicos: os clássicos, com certeza, mas também alguma coisa contemporânea. O que não se pode fazer é trocar a leitura dos textos (fontes) pela leitura do que disseram sobre esses textos. Ao contrário do que se pratica nas academias, vá primeiro beber direto na fonte e depois faça o que quiser (ou puder).
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Global Competitiveness Index 2007-2008
Augusto de Franco (01/11/07)

A lista completa de 131 países pode ser obtida em www.weforum.org Eis a lista dos 20 primeiros colocados, dentre os quais, naturalmente, não estão o Brasil (em 72º lugar), a Argentina (em 85º lugar), a Venezuela (em 98º) e a Bolívia (em 105º). O Chile, entretanto, está em 26º lugar: United States, Switzerland, Denmark, Sweden, Germany, Finland, Singapore, Japan, United Kingdom, Netherlands, Korea, Rep., Hong Kong SAR, Canada, Taiwan, Austria, Norway, Israel, France, Australia, Belgium.
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Globalização e desenvolvimento humano
Augusto de Franco (29/10/07)

A convergência entre a lista do IDH e a lista dos países mais globalizados do mundo indica que os países mais desenvolvidos do ponto de vista do desenvolvimento humano tendem a ser também os mais globalizados. Por que será?
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Insegurança jurídica e abuso de poder na China S.A.
Isabel Hilton, The Guardian / O Estado de São Paulo (18/10/07)

Por que a empresária Liu foi presa na semana passada? (AF: A resposta é simples: porque a China é uma ditadura!).
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Rebelião dos homens-flor
Ferreira Gullar, Folha de São Paulo (14/10/07)

Os monges de Mianmar, que buscam democracia, são o contrário dos homens-bomba.
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NOVO CURSO DE FORMAÇÃO POLÍTICA
Rede de Participação Política do Empresariado (01/10/07)

Já estão abertas as inscrições para o novo curso de formação política promovido pela Rede de Participação Política do Empresariado (articulação apartidária promovida pela FIEP - Federação das Indústrias do Estado do Paraná em parceria com a FACIAP), intitulado "Democracia, Redes Sociais e Sustentabilidade".

Para fazer sua inscrição clique no título deste artigo.
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Ideólogo do Khmer é preso por crimes contra a humanidade
AP E NYT, O Estado de São Paulo (20/09/07)

“Admito que houve erros. Mas eu tinha minha ideologia. Queria libertar meu país. Queria que as pessoas tivessem bem-estar”: justificativa de Nuon Chea um dos responsáveis pelo genocídio de quase 2 milhões de pessoas.
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Democracia e Constituição
Celso Lafer, O Estado de São Paulo (16/09/07)

Não há democracia sem eleições, mas só a existência de eleições não configura uma democracia. É por isso que apenas o critério da existência de eleições periódicas não atribui à Venezuela de Chávez uma identidade democrática.
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'Classe média precisa ir à luta contra bonapartismo'
Gabriel Manzano Filho, O Estado de São Paulo (16/09/07)

O Senado aprofundou o fosso que separa a política da sociedade e isso pode abrir caminho para um governante forte, diz em entrevista o cientista político Amaury de Souza, diretor da MCM Consultoria, no Rio.
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O segredo do sucesso dos blogs políticos
Augusto de Franco (12/09/07)

Qual é o segredo do sucesso de um blog político? Não sei se existe um segredo. No entanto, analisando os blogs políticos mais freqüentados do mundo, como o InstaPundit.com, do professor Glenn Reynolds – hoje (setembro de 2007) com 1,5 milhões de visitantes e pageviews por semana (mas que já chegou a alcançar a marca de 12 milhões de visitantes únicos por mês) – podemos, quem sabe, tirar algumas conclusões erradas.
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5 Desafios para Reinventar a Política do ponto de vista da sustentabilidade
Nan Dai | Augusto de Franco (06/09/07)

Versão Completa, incluindo os cinco Capítulos e o Epílogo, publicados abaixo.

[Tempo estimado de leitura: 1 hora]

Este artigo é uma separata do livro de Augusto de Franco (2007), “Alfabetização Democrática: o que podemos pensar (e ler) para mudar a nossa condição de analfabetos democráticos” (no prelo).
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Capítulo 1 | DEFENDER A DEMOCRACIA
Augusto de Franco (06/09/07)

Este é o primeiro capítulo da Versão Completa do artigo "5 Desafios para Reinventar a Política
do ponto de vista da sustentabilidade".
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Capítulo 2 | CELEBRAR PACTOS PELA DEMOCRACIA LOCAL EM PROL DO DESENVOLVIMENTO
Augusto de Franco (06/09/07)

Este é o segundo capítulo da Versão Completa do artigo "5 Desafios para Reinventar a Política
do ponto de vista da sustentabilidade".
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Capítulo 3 | ARTICULAR E ANIMAR REDES DISTRIBUÍDAS DE PESSOAS
Augusto de Franco (06/09/07)

Este é o terceiro capítulo da Versão Completa do artigo "5 Desafios para Reinventar a Política
do ponto de vista da sustentabilidade".
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Capítulo 4 | EXPANDIR A BLOGOSFERA
Augusto de Franco (06/09/07)

Este é o quarto capítulo da Versão Completa do artigo "5 Desafios para Reinventar a Política
do ponto de vista da sustentabilidade".
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Capítulo 5 | PARTICIPAR DE MOVIMENTOS PELA ALFABETIZAÇÃO DEMOCRÁTICA
Augusto de Franco (06/09/07)

Este é o quinto capítulo da Versão Completa do artigo "5 Desafios para Reinventar a Política
do ponto de vista da sustentabilidade".
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Epílogo | DEMOCRACIA E SUSTENTABILIDADE
Augusto de Franco (06/09/07)

Este é o Epílogo da Versão Completa do artigo "5 Desafios para Reinventar a Política do ponto de vista da sustentabilidade".
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Excelência, defina "elite"
Marcelo Dantas, Folha de São Paulo (03/09/07)

O uso sofístico do conceito de "elite" teve sua origem em nossa intelectualidade. Foi ela quem ensinou aos atuais homens de poder a conveniente manipulação da antinomia elite-povo e quem primeiro se auto-excluiu da tão odiosa "elite brasileira".
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BeliefWatch: Reincarnate
Matthew Philips, Newsweek (28/08/07)

In one of history's more absurd acts of totalitarianism, China has banned Buddhist monks in Tibet from reincarnating without government permission.
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A suprema incoerência
Augusto de Franco (29/08/07)

Quem profere opiniões políticas na esfera pública não pode deixar de dar uma opinião sob o pretexto de que ela não está de acordo com a soma das opiniões privadas da população.
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El alto costo de la carencia de oposición
Jorge Oviedo, La Nacion (25/08/07)

Puede decirse con justicia que ninguno de los gobiernos democráticos anteriores fue tan lejos.
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Quem quer o Brasil moderno?
Gaudêncio Torquato , O Estado de São Paulo (26/08/07)

A fotografia de um País mais violento, mais corrupto, mais patrimonialista, menos ético, mais preconceituoso, mais estatizante – um Brasil com jeito de mais do mesmo – enche mais os olhos de estratos da base da pirâmide social do que os do meio ou do topo, que detêm maior escolaridade.
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China usa chip para vigiar cidadãos
Keith Bradsher, O Estado de São Paulo (19/08/07)

Cerca de 150 milhões de chineses de Shenzhen deverão receber cartão de identidade com informações pessoais.
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As forças que movem a história estão de volta
Robert Kagan, Folha de São Paulo (19/08/07)

Nacionalismo e ideologias sepultam idéia de que mundo havia se tornado diferente. (AF: Não concordo com a visão de Kagan, mas reconheço que ele percebeu a resiliência do velho mundo diante dos ventos animadores dos anos 90. De qualquer modo, o espectro da guerra fria continua presente. Assim como os prenúncios do que vem sendo chamado de "nova idade média").
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El juego de la corrupción
Natalio Botana, La Nación (16/08/07)

Al sustraer el ejercicio del poder de los controles republicanos, la corrupción crece hasta llegar al punto de supuración en que los escándalos estallan.
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Democracia sin demócratas
Ralf Dahrendorf, Project Syndicate/Institute for Human Sciences (enero de 2004)

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La definición que Popper da de la democracia no es útil cuando se plantea una pregunta que se ha convertido en tema recurrente en varias partes del mundo: ¿qué pasa si quienes salen del poder creen en la democracia, mientras que quienes los reemplazan no? En otras palabras, ¿qué pasa si la gente "errada" resulta electa?
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Some Further Thoughts on Complex Dynamical Systems and Noetic Polities
William Irwin Thompson, Annals of Earth (Winter, 2006)

We seem to be entering another Dark Age transition.
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A Estrutura da Rede deve ser neutra
Augusto de Franco (07/07/07)

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Todos têm o direito de pesquisar, receber e transmitir informações e idéias sem interferência por qualquer meio, inclusive no ciberespaço. Clique no título para assinar a Petição Global para os Membros da Diretoria da ICANN.
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4 de julho de 1776
Augusto de Franco (05/07/07 12:48)

Completou ontem 231 anos a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América. Vale sempre a pena reler tal documento, que enfatiza "o respeito digno às opiniões dos homens", que toma como "verdades evidentes por si mesmas", que "todos os homens foram criados iguais e dotados de certos direitos inalienáveis", como "a vida, a liberdade e a busca da felicidade", que os governos são instituídos pelos homens para "assegurar esses direitos" e que seus justos poderes derivam "do consentimento dos governados". Clique no título para ler a íntegra.
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Aceptabilidad de la derrota
Felipe González, El Pais (29/06/07)

La importancia para el funcionamiento de la democracia radica en la expectativa que se genera en el perdedor de la contienda.
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Pegada ecológica e social
Leonardo Boff, Carta Maior (21/06/07)

Para cada pessoa viver, é necessário uma pegada ecológica média geral (2,8 hectares). Mas Europa, EUA, Japão, Índia e China vivem muito acima daquilo que lhes é permitido por seus recursos ecológicos, com uma pegada que chega a 600%. O Planeta suportará?
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El hipnótico modelo populista
Marcos Aguinis, LA NACION (15/06/07)

El modelo socialista democrático (no populista) de Chile, Brasil y Uruguay - para sólo citar nuestros vecinos - está libre de todas las pústulas mencionadas a lo largo de esta columna. (AF: No caso do Brasil, será?)
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O Verdadeiro Escândalo
Cristovam Buarque, Jornal do Commercio (15/06/07)

Antes, a mãe recebia o benefício pensando "recebo porque meu filho está na escola, se ele sair da escola, perco a bolsa". Agora, pensa "recebo porque sou pobre, se eu sair da pobreza, perco a bolsa".
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REFORMA POLÍTICA AUTOCRATIZANTE
Augusto de Franco (14/06/07)

Reproduzo abaixo artigo que escrevi no início do ano e que foi publicado no mês passado no site da Rede de Participação Política do Empresariado, sobre um dos tópicos da proposta de reforma política elaborada pelo governo, relativo à questão da fidelidade partidária. De lá para cá confirmaram-se as avaliações de que a reforma proposta não é democratizante, caminhando na direção de uma espécie de partidocracia. Neste momento o assunto em debate é o voto em lista predeterminada, que representa um sequestro da liberdade política do eleitor e do próprio representante e uma usurpação, apropriando-se indevidamente de parcelas dos seus poderes. A proposta do governo está baseada na idéia perversa de que o mandato pertence ao partido (ao invés de reconhecer que ele é a resultante de três vertentes: o partido, o eleitor e o próprio eleito). Ora, na ausência de uma reforma partidária que democratize a vida interna dos partidos, conferir às direções partidárias a propriedade total dos mandatos significa atribuir às oligarquias que controlam os partidos um poder autocrático. Clique no título para ler o artigo.
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Frente fria
Neil Buckley, do "Financial Times", Folha de São Paulo (10/06/07)

Oposição ao escudo antimísseis dos EUA é clímax da insatisfação russa pelo tratamento de potência derrotada que acredita receber do Ocidente apesar da pujança econômica. (Este já é o terceiro artigo sobre o assunto que republico aqui: na minha opinião existem sérios motivos para preocupação = AF)
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Delinqüência e impostura intelectual
Augusto de Franco (07/06/07)

Sociólogo lusitano, um dos gurus da (falsa) democracia participativa, prega em artigo na Folha de São Paulo um suposto "socialismo do século 21" apresentando como exemplos Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia), Rafael Correa (Equador) e o Fórum Social Mundial. Essa é a parte da delinqüência. A impostura vem ao final do artigo, quando Boaventura de Souza Santos diz que os "socialismos do século 21 terão em comum reconhecerem-se na definição de socialismo como democracia sem fim". Quem acompanha o noticiário entende bem o que significa tal "democracia".
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La política es impiadosa con la moral
Silvia Bleichmar, La Nacion (31/05/07)

Lo sabemos, la política es impiadosa con la moral, pero ello es tal no porque todo el mundo sea corrupto, sino porque más allá de la corrupción, que parece inerradicable - y en la cual se ve involucrada gran parte de la corporación política de diversos signos e ideología - las decisiones de poder, en su carácter pragmático, obligan a la elección de acciones regidas por lo que se considera necesario, contra aquello que se concibe como correcto.
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Tempos quentes
Editorial, Folha de São Paulo (30/05/07)

Vão de mal a pior as relações diplomáticas entre o Ocidente -particularmente os EUA- e a Rússia. Muitos já qualificam este como o pior momento desde o fim da Guerra Fria, em novembro de 1989.
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Sinais de guerra fria
Editorial, O Estado de São Paulo (28/05/07)

No entender de muitos, o clima de crispação, motivado por uma escalada de desentendimentos e acusações recíprocas [entre a Rússia de Putin e o ocidente], ressuscita uma expressão que se imaginava sepultada: guerra fria.
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Conferência Mundial sobre o Desenvolvimento de Cidades
Inovação democrática e transformação social para cidades inclusivas no século 21
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Porto Alegre, 13 a 16 de fevereiro de 2008
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World Conference on the Development of Cities
Democratic innovation and social transformation for inclusive cities in the 21st century

Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil, February 13 to 16, 2008
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OS QUATRO GRANDES DESAFIOS DA SUSTENTABILIDADE NO INÍCIO DO SÉCULO 21
30 Questões-Chave colocadas para as empresas no Brasil

Eis a nova edição do texto, originalmente publicado na 'Carta Capital Social 117', de 3 de agosto de 2006. Augusto de Franco (03/05/07).
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Si j'avais été candidat...
Edgar Morin, Le Monde (24/04/07)

Le système planétaire est condamné à la mort ou à la transformation. Notre époque de changement est devenue un changement d'époque.
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A grande família
Sergio Danilo Pena, Ciência Hoje OnLine (13/04/07)

Matemática prova que o colunista – e você também, leitor – é descendente de Nefertiti e Júlio César.
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7,3 millones de hectáreas destruidas
A. Rizzi, El Pais (22/04/07)

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Amazonia deforestada en Brasil para plantar soja (AP)
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CONECTE-SE À ESCOLA-DE-REDES
(25/06/08)

Uma rede de pessoas dedicadas à investigação teórica e à disseminação de conhecimentos sobre redes sociais e à criação e transferência de tecnologias de netweaving. Uma boa oportunidade para conhecer com profundidade o que são redes sociais. Para saber mais clique em ESCOLA-DE-REDES Para se conectar clique em PESSOAS-CONECTADAS
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INFORMAÇÕES IMPORTANTES



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A REDE | LIVRO EM ELABORAÇÃO
No site http://nandai.wordpress.com começo a colocar os rascunhos de um livro que estou preparando (para uma edição inicialmente na Espanha, ainda neste ano de 2008), intitulado “A REDE: um índice de explorações imaginativas no multiverso das conexões ocultas que configuram o que chamamos de social”. Sairá na Colección Planta 29. Aceito sugestões dos leitores. O livro será de Domínio Público.
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ESPAÇO ABERTO
Este ESPAÇO ABERTO é destinado à manifestação e debate em torno de eventuais discordâncias sobre o livro-texto do Curso de Formação Política "Democracia, Redes Sociais e Sustentabilidade", ofertado pela Rede de Participação Política do Empresariado. Para fazer seu comentário clique no título acima.
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PARA ADQUIRIR MEU NOVO LIVRO
Se você quiser adquirir meu novo livro, intitulado "Alfabetização Democrática", por favor clique no título.

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PARA SE INSCREVER NO NOVO CURSO
Se você quiser se inscrever no novo curso de formação política à distância, "Democracia, Redes Sociais e Sustentabilidade", clique no título.
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NAN DAI
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Nan Dai é o meu país imaginário, o “local” onde projeto as coisas que faço ou ainda quero fazer.

No site http://nandai.wordpress.com começo a colocar os rascunhos de um livro que estou preparando (para uma edição inicialmente na Espanha, ainda neste ano de 2008), intitulado “A REDE: um índice de explorações imaginativas no multiverso das conexões ocultas que configuram o que chamamos de social”. Aceito sugestões dos leitores. O livro será de Domínio Público.
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SISTEMAS DE AVALIAÇÃO & MONITORAMENTO
Augusto de Franco (04/08/07)

Orientações para a montagem de Sistemas de Avaliação & Monitoramento de programas de indução do desenvolvimento local baseados no investimento em capital social. Mais um software disponibilizado gratuitamente. Use, aproveite, modifique.
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TEXTOS DE APOIO AO PROGRAMA DE FORMAÇÃO POLÍTICA (1)
Os Princípios Políticos de Agnes Heller

Agnes Heller & Ferenc Fehér, "Princípios Políticos" in “The post-modern political condition” (1985).
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METODOLOGIA DO DLIS | VERSÃO 2007
Augusto de Franco (02/07/07)

Esta seria a ‘Versão 2007’ da metodologia do DLIS – Desenvolvimento Local Integrado e Sustentável. Há mais de quatro anos, porém, a marca ‘DLIS’ não é enfatizada no Brasil. Adota-se apenas o nome genérico ‘DL’ – Desenvolvimento Local, para evitar problemas com aqueles que podem ver na sigla algum tipo de continuidade com programas elaborados e executados durante os mandatos do governo federal anterior. (Fazer o quê? Temos que ter uma paciência infinita com os que ainda estão na adolescência política). Está assim disponibilizada mais uma versão da metodologia de indução do desenvolvimento local por meio do investimento em capital social. Não é um programa proprietário. É um software livre. Pode ser usado, transferido, emprestado, vendido, modificado... Faça bom proveito.
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METODOLOGIA DO DLIS | VERSÃO 2007 (SEGUNDA PARTE)
(Continuação do texto acima)
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INDICAÇÕES DE LEITURAS SOBRE DESENVOLVIMENTO (Segunda Edição) - Primeira Parte
Augusto de Franco (10/03/07)

Vou recomendar as leituras que, a meu ver – ou seja, do ponto de vista que esposei no meu livro “Capital Social” (2001) –, são úteis para uma compreensão básica da nova concepção de desenvolvimento, compreendendo backgrounds (no sentido em que a moderna análise de fundamentos de teorias físicas emprega o termo), pressupostos e teorias, destacando sempre dois níveis: leituras fundamentais e leituras de aprofundamento.
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INDICAÇÕES DE LEITURA SOBRE DESENVOLVIMENTO (Segunda Edição) - Segunda Parte
Augusto de Franco (10/03/07)

Continuação do texto acima.
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PROGRAMA DE FORMAÇÃO POLÍTICA
Augusto de Franco (18/01/07)

Eis o Programa de Formação Política de Nan Dai | Augusto de Franco para a Rede de Participação Política do Empresariado. Clicando no título acima você pode ler a Introdução, apenas como uma pequena mostra do conteúdo. São 7 capítulos, que não serão publicados aqui. Publicaremos apenas, em partes, as 91 perguntas. Quem quiser conhecer os comentários e as indicações de leituras e de filmes deve entrar no programa. Veja o índice:

Introdução – A necessidade e os objetivos da formação política
Seção 1 | Como aprender política?
Seção 2 | Para que aprender política?
Seção 3 | A “boa” e a “má” política
Seção 4 | O que você espera da política?
Indicações de leitura da Introdução

Capítulo 1 – Política, ética e democracia
Seção 5 | Afinal, o que é a política?
Seção 6 | A política realmente existente
Seção 7 | O sentido da política
Seção 8 | A realpolitik
Seção 9 | O que deveria ser a política?
Seção 10 | O que é (e o que não é) democracia
Seção 11 | A relação entre ética e política
Seção 12 | Os pressupostos da democracia
Seção 13 | O que há de errado com os políticos?
Indicações de leitura do Capítulo 1

Capítulo 2 – O sistema representativo e a velha política
Seção 14 | A chamada “classe política”
Seção 15 | O comportamento dos políticos tradicionais
Seção 16 | É possível melhorar o sistema representativo?
Seção 17 | Um problema não-resolvido da democracia representativa
Seção 18 | O descrédito dos políticos (e da política)
Seção 19 | É possível mudar o velho sistema político?
Indicações de leitura do Capítulo 2

Capítulo 3 – Política e participação na vida social
Seção 20 | A presença da política na vida social
Seção 21 | A presença da velha política na vida social
Seção 22 | A democracia na base da sociedade e no quotidiano dos cidadãos
Seção 23 | O uso instrumental da política
Seção 24 | Aprendendo a perceber os sinais da mentalidade e das práticas autoritárias
Seção 25 | A política e o “lado negro da Força”
Indicações de leitura do Capítulo 3

Capítulo 4 – Articulação e empreendedorismo político
Seção 26 | O que é articulação política?
Seção 27 | O que é empreendedorismo político?
Seção 28 | As regras da luta política como “arte da guerra”
Seção 29 | É possível uma nova política democrática?
Seção 30 | Transformando a “arte da guerra” na “arte da política” (democrática)
Indicações de leitura do Capítulo 4

Capitulo 5 – Política e paz: vida social e caminho pessoal
Seção 31 | A política como antônimo de guerra
Seção 32 | A democratização como sinônimo de paz
Seção 33 | A política como “arte da guerra” cria a guerra
Seção 34 | A política e a vitória sobre a inimizade
Seção 35 | A política como caminho
Indicações de leitura do Capítulo 5

Capítulo 6 – As redes sociais e a emergência de uma nova política
Seção 36 | A nova sociedade civil e a política
Seção 37 | As redes sociais e a nova política
Seção 38 | O papel da política na mudança social na sociedade-rede
Seção 39 | As novas formas organizativas
Seção 40 | As novas estratégias de disseminação
Seção 41 | Uma nova esfera pública a partir do sistema de comunicação
Seção 42 | O poder (de novo tipo) das redes e o advento de uma nova democracia pluriárquica
Seção 43 | Para além da reforma política, uma reforma da política
Indicações de leitura do Capítulo 6

Capítulo 7 – Reinventando a política
Seção 44 | O que você pode fazer agora?
Indicações de leitura do Capítulo 7
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